segunda-feira, 3 de maio de 2010

Rua Alameda do vale carece de reparos:

Por: Alexandre Mendes
Foto: Alexandre Mendes
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O Impresso das comunidades foi convidado a conhecer a realidade da Rua Alameda do Vale, na comunidade da Garganta. Nosso anfitrião, Jorge Luiz Matheus dos Santos (Jorginho), 43, comerciante, explanou detalhadamente os problemas da localidade. A rua possui apenas alguns metros de asfalto (feito em mutirão) e, daí em diante, só barro e crateras. Jorginho nos explica que a Prefeitura iniciou as obras da rua com uma mureta de contenção, em uma de suas margens (pela qual passa um valão a céu aberto) há quase uma década e não terminou a obra. Atualmente, a rua parece estar voltando ao seu estágio inicial, quando sequer passava um carro. Os caminhões de material de construção e afins normalmente se negam a adentrar a rua, devido à dificuldade de trafegar nela. Segundo Jorginho, a rua consta como asfaltada na Prefeitura.
Outro problema é o valão que atrai mosquitos e muitos casos de dengue já ocorreram no local. O Impresso das Comunidades pede ao orgão competente que termine as obras da Rua Alameda do Vale, o mais rápido possível.

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Welington, 38, motorista- Para quem tem carro, a rua é um absurdo. Aliás, sempre foi assim.

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Antônio Sales, 75, bombeiro hidráulico- Resido aqui há 50 anos e a rua está cada vez pior. O lugar é bom, mas a rua está péssima.

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domingo, 2 de maio de 2010

O que falta na Ititioca:

Por: Alexandre Mendes
Fotos: Alexandre Mendes
e Fabio da Silva Barbosa
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Água
Os membros do Projeto Recomeçar, juntamente com outros moradores, aproveitaram nossa visita, para denunciar alguns problemas de iluminação e saneamento.
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A falta de água é o principal. Muitas ruas ficam dias sem cair água (até 20 dias). As ligações telefônicas para a Águas de Niterói são diárias, entretanto, não parecem surtir efeito. Ruas como a Rua D; Rua A; Belo Horizonte; Gruta; Rua da Fé; Capim Melado e trecho da Rua Padre Augé estão na seca há vários dias.
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Luz

Na Rua da Fé, o poste que carrega o nome da rua apresenta constantemente problemas com a iluminação

A comunidade nos conta que o posto do Médico de Família sofreu a perda de uma grande quantidade de vacinas, com os apagões.


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Esgoto
Em meio às denúncias, Wanderley das Neves, 55, bombeiro hidráulico, nos levou até a casa de Carlos Alberto Frei da Cunha, 44, porteiro, situada às margens da Rua Padre Augé. Lá, constatamos um vazamento contínuo de esgoto, em frente à casa de Alberto. O morador alega que pede o reparo da ligação há, aproximadamente, trinta anos e até agora, nada foi feito. Os moradores chegaram a fazer a ligação do esgoto por conta própria, mas o asfalto cedeu com o peso das carros e os canos amassaram, fazendo o problema voltar à estaca zero.
Nas fotos: Carlos Alberto (D) Wanderley (E)
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sábado, 1 de maio de 2010

Divulgado pela ALERJ

COMISSÃO ENCAMINHA PROPOSTAS DE AÇÕES EMERGENCIAIS PARA NITERÓI
Por: Pedro Motta Lima
Uma pauta com 28 propostas de ações emergenciais e estruturais foi encaminhada nesta quinta-feira (29/4), por ofício, ao prefeito de Niterói, Jorge Roberto Silveira. As ações sugeridas foram consolidadas a partir de uma síntese dos debates realizados pelo Comitê de Solidariedade
e Mobilização das Comunidades e Favelas de Niterói, que foi ouvido durante uma audiência pública da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). “O papel do parlamentar, numa audiência como essa, é mais ouvir do que falar, porque a solução vai vir da luta popular. Essa audiência serviu para tornar pública a voz daqueles que estão desabrigados e abandonados pelo Executivo”, explicou o presidente da comissão, deputado Marcelo Freixo, que coordenou a audiência em parceria com a Comissão de Direitos
Humanos da Câmara Municipal de Niterói, onde foi realizada, na quarta-feira (28/04). “As comunidades não devem pedir, mas exigir os seus direitos. A audiência foi boa porque produziu uma pauta de propostas encaminhadas ao prefeito. Passou muito da hora de se investir em moradia popular”, avaliou o parlamentar.
Mais de 15 moradores de favelas representaram as suas comunidades, ao dar testemunho no plenário sobre a tragédia, as perdas de vidas e a situação precária em abrigos improvisados em escolas. “Só quem vive em favela sabe o que passamos e como é grande o descaso do poder
público, nas esferas municipal, estadual e federal. O único caminho é a luta. Vamos parar esta cidade se for preciso, porque nada vai nos intimidar. Vamos à Brasília e ao mundo denunciar que vivemos sob uma falsa democracia, com os pobres morrendo, exterminados”, desabafou Tão,
líder comunitário do Morro do Estado, no Centro de Niterói.
Moradora de Tenente Jardim, Ozane, disse ter medo de que o caso seja esquecido. “Não tem aluguel social, não tem Defesa Civil, não tem nada. Vai chegar a Copa e vão esquecer da gente. Não podemos nos calar”, advertiu Ozane, que ganhou eco na fala de Aldinéia, de Santa Bárbara.
“Somos cidadãos que pagamos impostos. Sofremos dormindo no chão de um abrigo depois de perder nossa própria casa. Tenho filhos e estamos sem assistente social, psicólogos, saúde, educação. O que vai ser de nossas crianças?”, questionou.
Luane, moradora da Garganta, traduziu o sentimento geral na audiência. “Olhando aqui da tribuna, vejo que todo mundo aqui se parece. A maioria aqui é preta. Todo mundo deve ter um avô que ajudou a construir essa cidade. Mas Niterói é a terceira cidade do país em desigualdade social. Não dá pra brincar de qualidade de vida sem saneamento básico, com criança pegando bicho de pé. Não dá pra brincar de IDH alto com crianças de 13 anos sem saber ler nem escrever”, lamentou.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Mais um que chegou por e-mail

O vídeo, no final, é de envergonhar aos "civilizados" de linha européia, de indignar qualquer ser humano com um resquício de sensibilidade,d solidariedade e senso de justiça. Fiquei com lágrimas nos olhos e um nó na garganta. Não é possível partilhar dos valores dessa sociedade desumana, egoísta, orgulhosa, perversa e covarde, que põe o saber a serviço de poucos e se destrói por desprezar a sabedoria.

Com a palavra: povos indígenas do Xingu
20/04/2010
Carta dos Povos Indigenas de diversas aldeias do Xingu e Afluentes contra barragem de Belo Monte, escrita em reunião realizada na Aldeia Mrotjam em 14 de abril de 2010:

Nós, 62 lideranças indígenas das Aldeias Bacajá, Mrotidjam, Kararaô, Terra-Wanga, Boa Vista Km17, Tukamã, Kapoto, Moikarako, Aykre, Kiketrum, Potikro, Tukaia, Mentutire, Omekrankum, Cakamkubem e Pokaimone, já sofremos muitas invasões e ameaças.

Quando os portugueses chegaram no Brasil, nós índios já existíamos, e muitos morreram e perderam enormes territórios, perdemos muitos dos direitos que tínhamos, muitos perderam parte de suas culturas e outros povos sumiram completamente.
Nosso açougue é o mato, nosso mercado é o rio. Não queremos mais que mexam nos rios do Xingu e nem ameacem mais nossas aldeias e nossas crianças, que vão crescer com nossa cultura.

Não aceitamos a hidrelétrica de Belo Monte, pois entendemos que só vai trazer mais destruição para nossa região. Não estamos pensando só no local onde querem construir a barragem, mas em toda a destruição que a barragem pode trazer: mais empresas, mais fazendas, mais invasões de terra, mais conflitos e mais barragem depois.

Do jeito que o homem branco está fazendo, tudo será destruído muito rápido. Nós perguntamos: o que mais o governo quer? Pra que mais energia com tanta destruição?
Já fizemos muitas reuniões e grandes encontros contra Belo Monte, como em 1989 e 2008 em Altamira-PA, e em 2009 na Aldeia Piaraçu, nas quais muitas das lideranças daqui estiveram presentes.
Já falamos pessoalmente para o presidente Lula que não queremos essa barragem, e ele nos prometeu que essa usina não seria enfiada goela abaixo.
Já falamos também com a Eletronorte e Eletrobrás, com a FUNAI e com o IBAMA. Já alertamos o governo que se essa barragem acontecer, vai ter guerra.

O Governo não entendeu nosso recado e desafiou os povos indígenas de novo, falando que vai construir a barragem de qualquer jeito. Quando o presidente Lula fala isso, mostra que pouco está se importando com o que os povos indígenas falam, e que não conhece os nossos direitos. Um exemplo dessa falta de respeito é marcar o leilão de Belo Monte na semana dos povos indígenas.

Por isso nós, povos indígenas da região do Xingu, convidamos de novo o James Cameron e sua equipe, representantes do Movimento Xingu Vivo para Sempre (como o movimento de mulheres, ISA e CIMI, Amazon Watch e outras organizações). Queremos que nos ajudem a levar o nosso recado para o Mundo inteiro e para os brasileiros, que ainda não conhecem e que não sabem o que está acontecendo no Xingu.

Fizemos esse convite porque vemos que tem gente de muitos lugares do Brasil e estrangeiros que querem ajudar a proteger os povos indígenas e os territórios de nossos povos. Essas pessoas são muito bem vindas entre nós.
Nós estamos aqui brigando pelo nosso povo, pelas nossas terras, pelas nossas florestas, pelos nossos rios, pelos nossos filhos e em honra aos nossos antepassados.

Lutamos também pelo futuro do mundo, pois sabemos que essas florestas trazem benefícios não só para os índios mas para o povo do Brasil e do mundo inteiro. Sabemos também que sem essas florestas, muitos povos irão sofrer muito mais, pois já estão sofrendo com o que já foi destruído até agora. Pois tudo está ligado, como o sangue que une uma família.

O mundo tem que saber o que está acontecendo aqui, perceber que destruindo as florestas e povos indígenas, estarão destruindo o mundo inteiro. Por isso não queremos Belo Monte. Belo Monte representa a destruição de nosso povo.
Para encerrar, dizemos que estamos prontos, fortes, duros para lutar, e lembramos de um pedaço de uma carta que um parente indígena americano falou para o presidente deles muito tempo atrás:
“Só quando o homem branco destruir a floresta, matar todos os peixes, matar todos os animais e acabar com todos os rios, é que vão perceber que ninguém come dinheiro”.

*Assinam 62 lideranças Indígenas das Aldeias Bacajá, Mrotidjam, Kararaô, Terra-Wanga, Boa Vista Km 17, Tukamã, Kapoto, Moikarako, Aykre, Kiketrum, Potikro, Tukaia, Mentutire, Omekrankum, Cakamkubem e Pokaimone.
Confira ainda o vídeo com as reivindicações dos povos indígenas do Xigu em www.youtube.com/watch

EVENTO - 04/05 às 18h (local: Sindipetro-RJ)

100 ANOS DA CNT E A REVOLUÇÃO ESPANHOLA
Em julho de 1936 irrompe golpe de Estado militar na Espanha.Os trabalhadores pegam em armas e saem às ruas para combater ofascismo que tenta se impor. A partir daí a terra, as fábricas,as ruas, tudo para todos. O povo, que foi oprimido durante séculos,
finalmente mudaria a situação. Através de suas mãos, operários ecamponeses poderiam então decidir sobre suas próprias vidas.A intensa capacidade de organização e mobilização da
classetrabalhadora espanhola deveu-se em grande parte à ação desenvolvidapor mais de duas décadas pela Confederação Nacional do Trabalho –CNT. Central sindical de caráter anarco-sindicalista, fundada pelo
povo espanhol em 1910, já no ano seguinte contava com 30.000 membros.E é para rememorar os 100 anos da CNT e as lutas da Guerra CivilEspanhola que o Núcleo de Pesquisa Marques da Costa envia esteconvite para o evento “100 Anos da CNT e a Revolução Espanhola”. O
evento, com entrada franca, contará com a exibição do documentário"Guerra Civil Espanhola: prelúdio à Tragédia" (58 min.), seguidode uma palestra de Miguel Suarez, mestrando de História daUniversidade Federal Fluminense sobre os "Cem Anos da CNT e a
Revolução Espanhola".A mesa contará ainda com a mediação de Antony do Vale (Sindipetro)e a participação de Alexandre Samis (Federação Anarquista do Rio
deJaneiro).Dia:04 de Maio, terça-feira.
Hora:18 horas.Local:Auditório do Sindipetro - Sindicato dos Petroleiros do Rio de Janeiro -
End.: Avenida Passos, 34 - segundo andar (Centro, Rio-RJ)(entre a Praça Tiradentes e a Avenida Presidente Vargas)Este evento é uma organização conjunta de:Núcleo de Pesquisa Marques da Costa - NPMC
&SINDIPETRO-RJ.

Assunto: ERRATA IMPORTANTE: Atividades do 1º de Maio de Luta

Compas:
Uma retificação muito importante: o ato do dia 30, em frente ao Piranhão, não é contra as remoções no Prazeres, mas sim CONTRA TODAS AS REMOÇÕES FORÇADAS!
Abaixo, o email alterado, para que possamos repassar às nossas listagens de contatos.
Repassaremos os materiais convocatórios, à medida que forem chegando.
Saudações!
PMS-RJ

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Companheirada:

Com a recente tragédia que trouxe a dor da morte e da devastação à milhares de famílias do Rio de Janeiro, a unidade na luta e a reflexão comum no 1º de maio, Dia do Trabalhador, tornaram-se ainda mais imprescindíveis.

Há uma série de atividades que serão realizadas nesta semana, culminando no ato coletivo unificado do 1º de Maio de Luta, que será em Niterói.

A seguir, o detalhamento do calendário de lutas até o dia 1º:

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28 de abril – hoje, 4ª feira, noite
Horário: 19h
Local: Câmara Municipal de Vereadores de Niterói
Audiência Pública sobre a tragédia em Niterói
Convocam: As Comissões de Direitos Humanos da ALERJ e da Câmara Municipal de Niterói, em conjunto com associações de moradores, sindicatos e entidades que compõem o Comitê de Mobilização e Solidariedade das Favelas de Niterói.

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30 de abril – 6ª feira, manhã
Horário: 10h
Local: Em frente à Prefeitura do Rio (Piranhão)
Manifestação contra as remoções forçadas
Convocam: Associações de Moradores e Movimentos Sociais
Reunião de Mobilização prévia: 29 de abril, 5ª feira, 19h30min, na Igreja Anglicana (R. Paschoal Carlos Magno, 95 – Santa Teresa)

30 de abril – 6ª feira, tarde

Panfletagens para convocação do 1º de Maio

14 às 16h – Largo da Carioca

16 às 18h – Central do Brasil

16 às 18h – Barcas (Praça XV)

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1º de Maio de Luta – Sábado

Atividades do Dia do Trabalhador em Niterói

Trabalhadores em luta por moradia digna, contra as remoções forçadas

Convocam: Comitê de Mobilização e Solidariedade das Favelas de Niterói; Plenária de Movimentos Sociais RJ; Sindicatos, Movimentos Sociais e Associações de Moradores

10h
Concentração na Rua A, Morro do Céu (à esquerda depois da praça do Caramujo)
Caminhada até o Morro do Bumba

À tarde:
Atividade político-cultural no Morro do Estado, com participação da APAFUNK

Obs.: Em breve, será enviado novo email com detalhes de como chegar ao local e com os horários e locais de saída de ônibus que transportarão a companheirada do Rio para Niterói.
A previsão é de que saia um ou dois ônibus da região central do Rio, além de ônibus que sairão de Jacarepaguá, Zona Oeste (Campo Grande/Santa Cruz) e do Morro dos Prazeres.

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PLENÁRIA DOS MOVIMENTOS SOCIAIS - RJ
www.pmsrj.blogspot.com

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Coletânea Central Hip-Hop/BF

O portal Central Hip-Hop/Bocada Forte, está completando, em 2010, onze anos de trabalho pela cultura Hip-Hop. Assim, para comemorar essa data e, ao mesmo tempo, promover os talentos da nossa música Rap estamos iniciando o processo de seleção para a "Coletânea Centralhiphop.com - 11 anos".
A coletânea irá conter artistas/grupos de Rap de diversas localidades. Para participar é bem simples: envie, até o dia 05 de junho, um mp3 de seu som ou de seu grupo para o E-mail coletanea@centralhiphop.com.
Somente artistas/grupos de Rap poderão participar.
A equipe do portal Central Hip-Hop/BF irá escutar e realizar votação interna. Àqueles que receberem mais votos estarão na coletânea.
O resultado com os nomes dos artistas e/ou grupos selecionados será divulgado no portal CHH, até o dia 15 de junho. Os artistas/grupos selecionados, integrarão o CD "Coletânea Centralhiphop.com - 11 anos", que será produzido pela Ponto4 Digital e distribuido no país inteiro, em eventos e festas relacionados a cultura Hip-Hop.A participação é totalmente gratuita! Envie seu som ou de seu grupo pra gente, fique ligado nos prazos e boa sorte.
Maiores informações:
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